A prostituição pode ser definida como a troca consciente de “favores” sexuais por interesses não sentimentais ou afectivos. Apesar de, duma forma mais comum, a prostituição consistir numa relação de troca entre sexo e dinheiro, esta não é uma regra. Podem-se trocar relações sexuais por favorecimento profissional, por bens materiais (incluindo-se o dinheiro), por informação, etc. A prostituição caracteriza-se também pela venda do corpo, seja em fotos ou filmes em que se deixa à mostra partes íntimas do corpo (pornografia). A prostituição é praticada de uma forma mais comum por mulheres, havendo já, contudo, um grande número de homens que têm a prostituição como o trabalho do quotidiano. A forma como a prostituição é vista pode variar dependendo da sociedade, das circunstâncias onde se dá e da moral no meio em questão.
Normalmente, a prostituição é reprovada nas sociedades, devido ao facto de ser algo imoral e pouco ético, à difusão de doenças sexualmente transmissíveis (DST), como por exemplo a SIDA, e como forma de promover o adultério, sendo um impacto negativo na estrutura da família (embora os clientes possam ser ou não casados).
Na cultura selvagem de algumas regiões, por exemplo no interior da Amazônia, Brasil, e em algumas comunidades isoladas, onde não há a família monogâmica, não existe propriedade privada e por conseguinte não existe a prostituição: o sexo é encarado de forma natural. Já onde houve a entrada da civilização ocidental o fenómeno da prostituição passou a ser observado com a troca de objectos entre “brancos” e “índias” (indígenas) em troca de favores sexuais.
Deve-se combater a prostituição porque é a principal motivação para o tráfico de mulheres e crianças, que é normalmente praticada por homens com grandes posses, geralmente donos de bares ou estabelecimentos nocturnos, que incitam as mulheres de países menos desenvolvidos, como é o caso dos países da América Latina, prometendo-lhes uma vida melhor. Mas acaba por se tornar numa cadeia de favores, ficando assim as mulheres aprisionadas e dependentes dos homens que as exploram.
A prostituição no ensino superior:
Com a crescente subida das propinas no ensino superior, alguns jovens viram-se obrigados a prostituírem-se, ou trabalharem em bares de “strep-tease”, ou até mesmo em troca de favores sexuais.
Como foi publicado no Jornal de Noticias a 9 de Junho de 2006, o artigo “Prostituição para pagar propinas” que acabou por chocar a sociedade britânica com o número de estudantes universitários, que tinham a necessidade de se tornar “prostitutos por um dia” era um número exorbitante.
Para combater esta crescente entrada de jovens no mundo da prostituição deve-se melhorar e facilitar os apoios de frequência no ensino superior.
Todos podemos contribuir para exterminar a prostituição na sociedade, como por exemplo descontar para a Segurança Social e não fugir aos impostos.
Ajude-nos a combater este problema.






