domingo, 23 de dezembro de 2007

Fome e Miséria:

Olhamos para o Mundo e o que vemos?
Algo tão simples como o equilíbrio. Algo que já existe desde o “início”. Bem, não interessa muito bem qual foi este início o que interessa é o que mudou desde então!
O que mudou foi devido à acção do Homem. Alguns aspectos positivos, outros nem tanto. Mas será que mudou para melhor?Eu digo que não. Não quero ser derrotista mas o mundo não vai bem, o mundo moderno está em queda, é o stress, é a falta de tempo, é as filas intermináveis de carros que não andam e não deixam estar pais e filhos juntos como uma família.
Mas do que nos devemos preocupar na realidade é algo que está longe de nós, que por vezes nos ultrapassa, mas em que nalguns casos está mesmo à nossa porta. Estou a falar de pobreza, de miséria, de fome, da necessidade que passam milhões de pessoas em todo o Mundo, devido à obra humana. Porque a miséria não pertence a este mundo, foi criada e apareceu quando surgiram os abastados.
Os braços raquíticos e as costelas salientes das crianças dos países mais pobres de África começaram a aparecer quando os recursos escassearam e o homem moderno que se diz superior pode fazer muito, mas o que lhe interessa são os recursos: o ouro, os diamantes e escravos. Sim escravos, talvez não sejam como na era dos descobrimentos, mas continuam a haver tráfico de pessoas e ainda a exploração do trabalhador mais desfavorecido. Deixemos de ser hipócritas e vamos pôr mãos há obra, a primeira coisa é não dizermos que estas realidades que se encontram longe de nós não existem. E não devemos perder a esperança de que a nossa ajuda que enviamos para os países de terceiro mundo vão acabar por chegar aos seus destinos, as pessoas mais pobres, e mais do que mantimentos devemos ajudá-los a valerem-se por si próprios. È este o verdadeiro objectivo das obras humanitárias, contribui tu também.
Eu compreendo que este se está a tornar num problema crónico, mas ficar de braços cruzados não vai resolver nada. Talvez a nossa ajuda seja muito pequena para tantas pessoas desfavorecidas e que talvez isto nunca venha a ser algo uniforme, mas como se costuma dizer “a esperança é a última a morrer”, por isso não os devemos deixar morrer a eles.

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