Na sociedade existem pessoas que respeitam a e agem segundo as leis e as normas reconhecidas como legais. No entanto, também existem pessoas que não reconhecem e desrespeitam essas leis e normas para obter benefício pessoal. Essas pessoas são reconhecidas como sendo criminosas. No crime de corrupção política, os criminosos utilizam posições de poder estabelecidas na política comum da sociedade para realizarem actos ilegais contra a sociedade como um todo – ao invés de assassinatos, roubos e furtos – o uso de um cargo para estes fins é também conhecido como tráfico de influencias. Duma forma ampla a corrupção na política é o uso ilegal por parte dos governantes do poder político e financeiro com o objectivo de transferir a renda pública ou privada de forma criminosa para detrimento de indivíduos ou de grupos ligados por interesses comuns, por exemplo, negócios, localidades de moradia, etnia ou de fé religiosa.
A corrupção ocorre não só através de crimes subsidiários como, também através de subornos (para o acesso ilegal ao dinheiro cobrado por impostos, taxas e tributos) e do nepotismo (nomeação de parentes e amigos aos cargos de administração pública, “cunha”). O acto de um político se beneficiar de fundos públicos de uma maneira outra que a não prescrita em lei – isto é, através de seus salários – também é corrupção.
O acto considerado crime de corrupção e o acto não considerado crime de corrupção podem variar em função das leis existentes e, portanto, depende do país
É frequente falar se sobre corrupção no futebol, por isso João Botelho realizou um filme chamado “Corrupção”, no quadro nacional com a participação de Nicolau Breyner, Margarida Vila Flor e António Pedro Cerdeira. 
Do meu ponto de vista a corrupção estará sempre patente nos nossos dias, já que as pessoas querem sempre mais e melhor, não olhando a meios para obter fins. Sendo o bem-estar pessoal mais importante que a moral e os bons costumes. Lutar contra estas ilegalidades é algo impossível, já que a maior corrupção é praticada pelas pessoas mais influentes, sendo assim apenas a lei lhe pode fazer frente, caso esta seja bem aplicada e de forma imparcial.


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